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Egito e Turquia no século XXI: das ilusões democráticas às autocracias reais

Av: Medverkande: Materialtyp: ArtikelUtgivningsinformation: Marília Editora Oficina Universitária 2018Beskrivning: 1 electronic resource (280 p.)Innehållstyp:
  • text
Medietyp:
  • computer
Bärartyp:
  • online resource
ISBN:
  • 978-85-7249-013-9
Ämnen: Onlineresurser: Sammanfattning: Em um mundo onde as transformações da política se fazem sentir de um país para o outro, em questão de alguns instantes, a partir de comunicações em tempo real, é fascinante estudar os casos do Egito e da Turquia. Tanto em um caso como em outro, paradigmas de Estado, regime e governo ficam sujeitos a fortes transformações. Governos que podem abrir perspectivas democráticas em um determinado momento, em outro podem apresentar-se como autocracias. Em momentos posteriores, podem exibir um cenário intermediário, onde aspectos democráticos e autocráticos convivem dentro de um mesmo regime político. As transições e turbulências que as repúblicas egípcia e turca viveram nos últimos tempos estão muito ligadas a esta modernidade globalizada das comunicações em tempo real. Por outro lado, elas também são o resultado da convergência de décadas ou até mesmo séculos de História, onde a tradição de uma religião milenar (o Islã) se combina com a formação de Estados Nacionais modernos de formação relativamente recente. Assim, experiência e esperanças democráticas dentro do espectro político de Egito e Turquia se chocam com a lógica dos seus respctivos Estados Nacionais e o posicionamento Geopolítico e estratégico que ambos possuem dentro do ambiente global. A Turquia, na ligação entre Europa e Ásia, ligando o Ocidente Europeu ao amplo universo de culturars muçulmanas e cristãs, que inclui eslavos, armênios, persas, outros povos também de origem turca, etc.; o Egito, na ligação entre África e Ásia, em meio ao Mundo Árabe em uma região de fortes turbulências, onde pode ser citado o conflito árabe-israelense, entre tantos outros eventos marcantes. Deste modo, egípcios e turcos ficam diante de questões que são postas como fundamentais. De um lado, a defesa dos interesses das respectivas populações em seus mais variados matizes, levando em conta que, tanto Turquia quanto Egito são sociedades de formação milenares e levam consigo grupos culturais e étniccos que são anteriores à formação moderna de seus Estados Nacionais. De outro lado, a sobrevivência própria destes mesmos Estados Nacionais dentro de um ambient hostil que representa a região do Oriente Médio, palco de diversos embates decisivos dentro da Política Internacional.
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Em um mundo onde as transformações da política se fazem sentir de um país para o outro, em questão de alguns instantes, a partir de comunicações em tempo real, é fascinante estudar os casos do Egito e da Turquia. Tanto em um caso como em outro, paradigmas de Estado, regime e governo ficam sujeitos a fortes transformações. Governos que podem abrir perspectivas democráticas em um determinado momento, em outro podem apresentar-se como autocracias. Em momentos posteriores, podem exibir um cenário intermediário, onde aspectos democráticos e autocráticos convivem dentro de um mesmo regime político. As transições e turbulências que as repúblicas egípcia e turca viveram nos últimos tempos estão muito ligadas a esta modernidade globalizada das comunicações em tempo real. Por outro lado, elas também são o resultado da convergência de décadas ou até mesmo séculos de História, onde a tradição de uma religião milenar (o Islã) se combina com a formação de Estados Nacionais modernos de formação relativamente recente. Assim, experiência e esperanças democráticas dentro do espectro político de Egito e Turquia se chocam com a lógica dos seus respctivos Estados Nacionais e o posicionamento Geopolítico e estratégico que ambos possuem dentro do ambiente global. A Turquia, na ligação entre Europa e Ásia, ligando o Ocidente Europeu ao amplo universo de culturars muçulmanas e cristãs, que inclui eslavos, armênios, persas, outros povos também de origem turca, etc.; o Egito, na ligação entre África e Ásia, em meio ao Mundo Árabe em uma região de fortes turbulências, onde pode ser citado o conflito árabe-israelense, entre tantos outros eventos marcantes. Deste modo, egípcios e turcos ficam diante de questões que são postas como fundamentais. De um lado, a defesa dos interesses das respectivas populações em seus mais variados matizes, levando em conta que, tanto Turquia quanto Egito são sociedades de formação milenares e levam consigo grupos culturais e étniccos que são anteriores à formação moderna de seus Estados Nacionais. De outro lado, a sobrevivência própria destes mesmos Estados Nacionais dentro de um ambient hostil que representa a região do Oriente Médio, palco de diversos embates decisivos dentro da Política Internacional.

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