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Ainda somos intrusos? A sociedade na política externa de Argentina, Brasil e Uruguai

Av: Medverkande: Materialtyp: ArtikelUtgivningsinformation: Foz do Iguaçu Editora Universitária da UNILA - EDUNILA 2023Innehållstyp:
  • text
Medietyp:
  • computer
Bärartyp:
  • online resource
ISBN:
  • 978-65-86342-41-3
Ämnen: Onlineresurser: Sammanfattning: The book aims to analyze four participatory institutions that seek to include social participation in the foreign policy of Brazil, Argentina, and Uruguay, questioning whether the involvement of civil society through these initiatives can drive change and democratic improvement in the representation of foreign policy. The argument developed throughout the work is that these initiatives challenge the exclusive monopoly of the diplomatic bureaucracy in the formulation of foreign policy related to integration and human rights. However, the type of change and its democratic quality are directly linked to the institutional design adopted by each participatory initiative. In this sense, the most important conclusion of the study is that social participation is not a sufficient condition for the democratization of foreign policy. Participation becomes a factor of democratic change only when it is accompanied by mechanisms of responsiveness and accountability.Sammanfattning: A proposta do livro é analisar quatro instituições participativas que partem da proposta de incluir a participação social na política externa brasileira, argentina e uruguaia, questionando se a participação da sociedade civil, a partir das iniciativas, seria indutora de mudança e de aperfeiçoamento democrático na representação da política externa. O argumento desenvolvido ao longo da obra é que as iniciativas tensionam o monopólio exclusivo da burocracia diplomática no processo de produção da política externa de integração e de direitos humanos, mas o tipo de mudança e a sua qualificação democrática, porém, estão diretamente ligadas ao desenho institucional adotado pela iniciativa participativa. Nesse sentido, a conclusão mais importante do trabalho é que a participação social não é condição suficiente para a democratização da política externa. A participação é elemento de mudança democrática quando é acompanhada de mecanismos de responsividade e de accountability.
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The book aims to analyze four participatory institutions that seek to include social participation in the foreign policy of Brazil, Argentina, and Uruguay, questioning whether the involvement of civil society through these initiatives can drive change and democratic improvement in the representation of foreign policy. The argument developed throughout the work is that these initiatives challenge the exclusive monopoly of the diplomatic bureaucracy in the formulation of foreign policy related to integration and human rights. However, the type of change and its democratic quality are directly linked to the institutional design adopted by each participatory initiative. In this sense, the most important conclusion of the study is that social participation is not a sufficient condition for the democratization of foreign policy. Participation becomes a factor of democratic change only when it is accompanied by mechanisms of responsiveness and accountability.

A proposta do livro é analisar quatro instituições participativas que partem da proposta de incluir a participação social na política externa brasileira, argentina e uruguaia, questionando se a participação da sociedade civil, a partir das iniciativas, seria indutora de mudança e de aperfeiçoamento democrático na representação da política externa. O argumento desenvolvido ao longo da obra é que as iniciativas tensionam o monopólio exclusivo da burocracia diplomática no processo de produção da política externa de integração e de direitos humanos, mas o tipo de mudança e a sua qualificação democrática, porém, estão diretamente ligadas ao desenho institucional adotado pela iniciativa participativa. Nesse sentido, a conclusão mais importante do trabalho é que a participação social não é condição suficiente para a democratização da política externa. A participação é elemento de mudança democrática quando é acompanhada de mecanismos de responsividade e de accountability.

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